Há um tempo atrás, eu vivi maus bocados em minha vida, passei por momentos difíceis. Ainda me lembro, como se fosse ontem...
Eu, encantado com os meus novos amigos, os caras mais "fodões" que eu já havia conhecido. Via eles com freqüência, todos os finais de semana era certo. Eu era alguém medíocre, que achava o máximo estar no meio deles, e não via o que se passava ao meu redor. Minha vida sempre se deparava com a parede, com situações que eu só via uma alternativa para resolver; meus amigos; meus eternos amigos. O começo do meu fim foi quando, do meu digamos melhor amigo, levei, digamos, uma facada que por muito me doeu lá dentro. Mais, como eu era uma criança encantada pelo meu mundinho magnífico, fui deixando, achando que o mundo era feito dos meus novos e melhores amigos do mundo e que eu não deveria ser egoísta para achar que ele devesse pagar, eu algo do tipo, preferi levar a dor comigo do que influencia-lo com isso.
Aos poucos, toda a situação, de ser falado, bem ou mau, mais ser comentado, a sua vida ser comentada pelas pessoas que eu jurava ser as mais legais do mundo inteiro. Eu era do tipo, amava todo mundo, e fazia tudo por todos, e não me tocava que as pessoas que realmente me consideravam estavam cada vez mais diminuídas e meus problemas cada vez mais aumentados. Então, eu sempre vivia agarrado aos meus amigos, era como se eu adquirisse forças deles, mas chega um dia que a cabeça explode, e quando chegou esse dia, conheci uma pessoa que me fez engolir tudo aquilo. E essa pessoa me via como eu me vejo agora, a pessoinha que achava aquele mundinho "o pico".
Os meus melhores 90 dias já vividos; ou quase 90; mas eu ainda não estava pronto para aquele tipo de sensação, ou aquele tipo de relação talvez assim dito, enfim, acabou; um dia sempre acaba... E mais uma vez eu fui para o meu mundinho, pedir abrigo, pois o amor da minha vida tinha se afastado (amor da minha vida; que irônico!) e por muito não tive noticias, até a umas semanas atrás; e eu mais uma vez fui pedir "colo" aos meus melhores amigos, que me deram uma idéia bem boa para passar a dor, ou alivia-la ou até para achar uma desculpa para "não sair por baixo", idéia que no qual eu segui e até hoje eu me arrependo, amargamente e dolorosamente me arrependo, fiz coisas de criança mimada, de uma pessoa ridícula e uma pessoa vazia. Mas depois eu vi que aquele meu mundo, o mundo que eu sempre vivi e que eu achava o máximo, vi que era demasiadamente pequeno para minhas idéias e meus ideais, meu mundo, o meu mundo não tinha mudado, não tinha evoluído como eu evolui, é, eu cresci, e imediatamente vi as coisas errantes que eu vazia, mais eu ainda estou preso a boa parte dessas minhas "ações errantes" que podemos chamar de conseqüência.
Eu mudei, conheci novas pessoas e novos mundos, resolvi sair do meu mundinho e conhecer as varias "faces" da vida, uma vez que eu era do tipo que não aceitava o que se era imposto por pessoas medíocres segundo os integrantes do meu mundinho. Mas, como não se pode negar o passado que se têm, hoje ele ainda vem com muita intensidade, e as vezes eu ainda caio, é um peso imensamente grande. O meu mundinho de antes ainda existe, lá estão meus melhores amigos, meus melhores sonhos e minhas maiores dores. Hoje eu aprendi que não se deve tentar agradar a todos e nem se bloquear a um tipo de pensamento limitado. Nosso mundo é grande mais, para que se viva apenas um "mundo". Hoje eu ainda sofro as conseqüências do meu passado, a principal delas é de não possuir o amor da minha vida em função da pessoa que eu era, das pessoas que eu invejava e das pessoas que eu influenciava.
Não me arrependo muito de ter vivenciado isso, serviu de lição e de aprendizado para mim, talvez precise disso no meu futuro, que é completamente incerto. Está demasiadamente difícil para eu continuar, muito mesmo, e agora eu vejo que meus milhares de amigos que eu amava se reduziram drasticamente a apenas uns 7, talvez 8 ou 9, que estão longe, que hoje vêem aquele mundo como eu vejo atualmente, graças aos meus anjos hoje estou aqui, e claro, graças a minha vontade incessante da busca do meu amor, que à cada segundo que passa se torna mais impossível ainda.
Perdi vários amigos, perdi o amor da minha vida, perdi o sorriso verdadeiro de felicidade do meu rosto, perdi o meu rumo de cada dia e perdi o relacionamento com cerca de 80% das pessoas ao meu redor. Perdi coisa demais, paguei um preço alto por uma coisa que eu nem sei ao certo que ganhei. Hoje vivo apenas o presente e o passado intensamente, todos os dias da minha vida. Futuro não me consta mais, os meus sonhos são apenas sonhos, que ficam numa parte bem distante do céu, que no qual olho todos os dias para ver se ainda estão lá. Difícil é, mais tenho que continuar sempre, não tem outra opção, conselhos já não me são mais úteis, não servem mais.
Não tenho medo do amanhã nem da morte, pois nada mais tenho para perder, e nada possuo para poder vencer.
Daria tudo na minha vida por mais um dia, por mais uma noite e por mais uma sensação que eu vivi há 9 messes atrás. Aquilo para mim foi o céu, seguido do inferno.
Não me resta muito a fazer hoje, afinal, não me resta muito a fazer na minha vida. Estudar, notas boas sempre me seguiram, foi abençoado com uma capacidade ampla de imaginação. Realmente não me resta muito mesmo. Daqui para frente, serão apenas eu e minhas incessantes lembranças de uma vida, uma vida vivida em 90 dias e de uma morte vivida há 9 messes.
Eu, encantado com os meus novos amigos, os caras mais "fodões" que eu já havia conhecido. Via eles com freqüência, todos os finais de semana era certo. Eu era alguém medíocre, que achava o máximo estar no meio deles, e não via o que se passava ao meu redor. Minha vida sempre se deparava com a parede, com situações que eu só via uma alternativa para resolver; meus amigos; meus eternos amigos. O começo do meu fim foi quando, do meu digamos melhor amigo, levei, digamos, uma facada que por muito me doeu lá dentro. Mais, como eu era uma criança encantada pelo meu mundinho magnífico, fui deixando, achando que o mundo era feito dos meus novos e melhores amigos do mundo e que eu não deveria ser egoísta para achar que ele devesse pagar, eu algo do tipo, preferi levar a dor comigo do que influencia-lo com isso.
Aos poucos, toda a situação, de ser falado, bem ou mau, mais ser comentado, a sua vida ser comentada pelas pessoas que eu jurava ser as mais legais do mundo inteiro. Eu era do tipo, amava todo mundo, e fazia tudo por todos, e não me tocava que as pessoas que realmente me consideravam estavam cada vez mais diminuídas e meus problemas cada vez mais aumentados. Então, eu sempre vivia agarrado aos meus amigos, era como se eu adquirisse forças deles, mas chega um dia que a cabeça explode, e quando chegou esse dia, conheci uma pessoa que me fez engolir tudo aquilo. E essa pessoa me via como eu me vejo agora, a pessoinha que achava aquele mundinho "o pico".
Os meus melhores 90 dias já vividos; ou quase 90; mas eu ainda não estava pronto para aquele tipo de sensação, ou aquele tipo de relação talvez assim dito, enfim, acabou; um dia sempre acaba... E mais uma vez eu fui para o meu mundinho, pedir abrigo, pois o amor da minha vida tinha se afastado (amor da minha vida; que irônico!) e por muito não tive noticias, até a umas semanas atrás; e eu mais uma vez fui pedir "colo" aos meus melhores amigos, que me deram uma idéia bem boa para passar a dor, ou alivia-la ou até para achar uma desculpa para "não sair por baixo", idéia que no qual eu segui e até hoje eu me arrependo, amargamente e dolorosamente me arrependo, fiz coisas de criança mimada, de uma pessoa ridícula e uma pessoa vazia. Mas depois eu vi que aquele meu mundo, o mundo que eu sempre vivi e que eu achava o máximo, vi que era demasiadamente pequeno para minhas idéias e meus ideais, meu mundo, o meu mundo não tinha mudado, não tinha evoluído como eu evolui, é, eu cresci, e imediatamente vi as coisas errantes que eu vazia, mais eu ainda estou preso a boa parte dessas minhas "ações errantes" que podemos chamar de conseqüência.
Eu mudei, conheci novas pessoas e novos mundos, resolvi sair do meu mundinho e conhecer as varias "faces" da vida, uma vez que eu era do tipo que não aceitava o que se era imposto por pessoas medíocres segundo os integrantes do meu mundinho. Mas, como não se pode negar o passado que se têm, hoje ele ainda vem com muita intensidade, e as vezes eu ainda caio, é um peso imensamente grande. O meu mundinho de antes ainda existe, lá estão meus melhores amigos, meus melhores sonhos e minhas maiores dores. Hoje eu aprendi que não se deve tentar agradar a todos e nem se bloquear a um tipo de pensamento limitado. Nosso mundo é grande mais, para que se viva apenas um "mundo". Hoje eu ainda sofro as conseqüências do meu passado, a principal delas é de não possuir o amor da minha vida em função da pessoa que eu era, das pessoas que eu invejava e das pessoas que eu influenciava.
Não me arrependo muito de ter vivenciado isso, serviu de lição e de aprendizado para mim, talvez precise disso no meu futuro, que é completamente incerto. Está demasiadamente difícil para eu continuar, muito mesmo, e agora eu vejo que meus milhares de amigos que eu amava se reduziram drasticamente a apenas uns 7, talvez 8 ou 9, que estão longe, que hoje vêem aquele mundo como eu vejo atualmente, graças aos meus anjos hoje estou aqui, e claro, graças a minha vontade incessante da busca do meu amor, que à cada segundo que passa se torna mais impossível ainda.
Perdi vários amigos, perdi o amor da minha vida, perdi o sorriso verdadeiro de felicidade do meu rosto, perdi o meu rumo de cada dia e perdi o relacionamento com cerca de 80% das pessoas ao meu redor. Perdi coisa demais, paguei um preço alto por uma coisa que eu nem sei ao certo que ganhei. Hoje vivo apenas o presente e o passado intensamente, todos os dias da minha vida. Futuro não me consta mais, os meus sonhos são apenas sonhos, que ficam numa parte bem distante do céu, que no qual olho todos os dias para ver se ainda estão lá. Difícil é, mais tenho que continuar sempre, não tem outra opção, conselhos já não me são mais úteis, não servem mais.
Não tenho medo do amanhã nem da morte, pois nada mais tenho para perder, e nada possuo para poder vencer.
Daria tudo na minha vida por mais um dia, por mais uma noite e por mais uma sensação que eu vivi há 9 messes atrás. Aquilo para mim foi o céu, seguido do inferno.
Não me resta muito a fazer hoje, afinal, não me resta muito a fazer na minha vida. Estudar, notas boas sempre me seguiram, foi abençoado com uma capacidade ampla de imaginação. Realmente não me resta muito mesmo. Daqui para frente, serão apenas eu e minhas incessantes lembranças de uma vida, uma vida vivida em 90 dias e de uma morte vivida há 9 messes.
Um comentário:
kikoo
eu continuo sendo seu amigooo :P
eu não sumi! ^^'
é...não consigo imaginar pelo que vc passa...
cada pessoa tem os seus problemas
e nunca o problema de uma pessoa
é igual ao de outra, por isso,
não é facil achar alguem que entenda realmente o nosso problema =\
por mais parecido que seja
NUNCA é igual!
se precisar de um abraço de amigo
vo tá aqui! ;)
te adoro amigo!
;@
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