quinta-feira, 31 de maio de 2007

Carta de Amor

Essa não é mais uma carta de amor, são pensamentos loucos traduzidos em palavras pra que você possa entender o que eu também não intendo.
Amar não é ter que ter sempre certeza, é acreditar que ninguem é perfeito pra ninguem, é poder ser você mesmo e não precisar finjir, é tentar esquecer e não conseguir jugir.
Agora o que vamos fazer, eu também não sei. Afinal, será que amar é mesmo tudo? Se isso não é amor, o que mais pode ser? Estou aprendendo também...
Já pensei em te largar, já olhei tantas vezes pro lado mas quando eu penso em alguem, é por você que eu fecho os olhos. Posso tirar a tua roupa, posso fazer o que eu quizer, posso perder o juizo, mas com você eu tô tranquila...
Aprender a dar valor as coisas não é assim tão simples como parece... Pelo menos para mim não foi. Talvez porque tive medo de acreditar em tudo de bom que estava acontecendo, medo de acabar me iludindo.
Por que será que eu não confio em mim mesma? Acho que deveria ter acreditado mais nos meus próprios sentimentos ao invés de julga-los.
Eu era imatura de mais pra perceber o quanto eu poderia estar te magoando com as coisas que eu fazia, acreditando que me trariam respostas... Respostas essas que encontrei apenas dentro de mim mesma.
Como pude ser tão hipóctrra?
Até hoje, tu fostes a única pessoa que me completou de verdade. És a perfeição, simplicidade, o bem, meu amor, meu anjo, meu refúgio, minha fortaleza, a saudade, a felicidade, meu motivo de choros e de risos, minha ansiedade, o garoto (único!) que eu amo.
Não sei por quê, mas apenas essas palavras não bastam para definir tudo o que tu significas para mim.
Seria como estar entre milhões de pessoas e querer apenas você. É sorrir simplesmente por estar pensando em ti.
Enfim... Na verdade, na verdade, na verdade amor, pra mim, é simplesmente o kikoo, o Francisco, o meu namorado, o garoto perfeito que eu amo.
Onde você estiver, saibas que eu estarei em coração. E saibas também, que não tenho mais medo do fim, assim como você, não quero mais pensar nesse tipo de coisa.
Hoje estou contigo pra viver esse amor, sem pensar que pode acabar, simplesmente porque não vai acabar.
Eu te amo! (pra sempre)

terça-feira, 29 de maio de 2007

Canção Para Um Valsa Lenta

Minha vida não foi um romance...
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amas, não digas, que morro
De surpresa... de encano... de medo...

Minha vida não foi um romance...
Minha vida passou por passar.
Se não me amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.

Minha vida não foi um romance...
Pbre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches a vida
De surpresa, de encanto, de medo!

Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... Já se ia acabar!
Pobre vida qe toda depende
De um sorriso... de um gesto... um olhar...

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Começar do fim

Hoje eu pareço estar feliz. Deu tudo certo pra mim hoje, ou ao menos, quase tudo.
Hoje eu pensei comigo mesmo: "-Se virares as costas novamente para mim, te deixarei para o tempo e para o esquecimento." E assim foi feito, com dor, mais não menor que a dor de amanha, tão pouco passageira, porém necessária para mim mesmo. Enfim pude tomar atitude de homem para comigo mesmo e seguir em frente, deixando minhas felicidades e minhas tristezas para traz, levando comigo somente a lembrança e o receio para me proteger.
Foi bom tudo que eu vivi? Não, foi ótimo! Eu afirmo isso com minhas palavras, que, no entanto estão um tanto enfraquecidas do cansaço e secas de gastar tanta saliva suplicando seu perdão e seu amor.
Acho que consegui vergonha na cara para viver, para voltar a viver ao menos para mim mesmo, ou para meus amigos e novos amigos. Sinto-me melhor agora, eu acho, mais parece que eu estou tão vazio, tão leve, como se uma boa parte da minha vida tivesse ido embora com o tempo e se esquecido de mim.
Parece que estou mais esperançoso e mais potente diante dos meus problemas. É estranho falar isso, achei que nunca diria mais eu acho que posso viver sem meu grande amor, sem o amor da minha vida. O que devo fazer agora? Procurar um novo? Parar de me preocupar com tudo? Acho que a resposta é tão simples quanto à pergunta: Apenas viver. Viver os dias da minha vida.
Parece tão simples mais ao mesmo tempo tão complexo. Eu sei que vou ter recaído que vou derramar muitas lágrimas ainda, mais espero poder, conseguir, superar isso.
A cada dia estou crescendo anos e anos. A cada dia estive vivendo o meu presente, sonhando com o meu passado e desejando-o no meu futuro, mais agora isso deve mudar e eu devo mudar-me, devo seguir incessantemente minha vontade de achar alguém como você, perfeita.
Agradeço a você, por tudo. Tudo isso foi graças a você. Obrigado.

Amanha é dia, e vai chover para mim, mais afinal, nunca morri por uma chuvinha boba. Agora, agora eu agüento bem mais.

terça-feira, 8 de maio de 2007

Razão da fé?

É, realmente eu não sei por onde começar. Hoje estava lendo umas obras de uma pessoa muito especial no qual abordou esse tema, que me chamou muito a atenção pelo fato de eu sempre pensar nisso e nunca escrever algo sobre o mesmo. Esse nosso mundo é super confuso, suas regras e crenças entram em conflito constantemente e me fazem enlouquecer com suas idéias estranhas. Cada pessoa diferente uma da outra, cada uma com uma crença diferente.
Sua fé e seu pensamento são baseados em que? O que prova a eles que isso tudo é real? Porque pessoas são capazes de passar uma vida inteira em devoção a algo que eles nunca tiveram certeza de que realmente é real. Seus pensamentos não condizem com seu mundo e nem com suas ações.
Talvez estejamos num mundo irreal, ou num mundo onde tudo está pré-destinado, ou até mesmo nem existimos. Porque tenho que levantar todos os dias? Pra que eu tenho que seguir regras e mais regras que só irão me fazer mais um nesse mundo todo? Porque as pessoas não param para refletir sobre suas próprias idéias? E porque elas não fazem somente o certo sem pensar em algo a mais? Porque as pessoas se matam e se torturam?
Mundo estranho, com pessoas estranhas, com atitudes estranhas. Porque algumas pessoas não fazem o que é necessário para fazer-las felizes, e fazer as pessoas ao seu redor felizes também?
Eu penso todos os meus dias, procuro todos os meus dias a razão de eu estar aqui, porque eu estou aqui e pra que? Às vezes penso tanto nisso que esqueço de viver, a minha nada justificada vida.
Porque tem pessoas que você não gosta, ou mesmo, porque você tem pessoas que você ama de verdade e simplesmente não vai lá perto dela e dá um belo abraço nela? Reveja seus conceitos, as vezes, pode ser tarde demais.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Erros banais

Eu tento seguir, mais não quero mais lutar. Quero apenas ficar em uma cama deitado esperando o meu amor bater na porta e disser: -Cheguei meu amor, pra ser sua pro resto dos meus dias! E isso nunca vai chegar. Eu acordo todos os dias com a angustia de viver, com a desesperança de nunca mais ter meu amor, ou como vai ser dificil tê-lo, mesmo que meu amor queira ficar junto comigo, eu não serei capaz de segurar tamanha felicidade, que será capaz pra explodir meu coração. Ultimamente eu to fazendo tudo que eu faço errantemente, uma coisa que me deixa muito encomodado e desconfortado, pelo fato de só ver meu erro depois que o faço e nunca aprender.
Hoje fiz algo certo e imediatamente fiz uma coisa errada. Reconquistei uma grande amizade e ao mesmo tempo espalhei meus pensamentos loucos para ela, sei que isso é completamente contra meus princípios, mais de que vale principíos se não tiver mais vontade de tê-los, de mante-los...
De que vale ter damasiadas qualidades, de que vale querer impressionar as pessoas ao meu redor, se a única pessoa que realmente me fazia sentir vontade de ser legal, ser inteligente e ser capaz está longe e nem sei se ainda quer minha inteligencia ou meus dons, ou se quer não sei como fazer ela dizer um lindo e belo "sim".
Queria um abraço, mais tenho medo do preço que ele vai ter, afinal, tudo na minha vida tem um alto preço. Minha estupidez.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Fantasma da alma

Há um tempo atrás, eu vivi maus bocados em minha vida, passei por momentos difíceis. Ainda me lembro, como se fosse ontem...
Eu, encantado com os meus novos amigos, os caras mais "fodões" que eu já havia conhecido. Via eles com freqüência, todos os finais de semana era certo. Eu era alguém medíocre, que achava o máximo estar no meio deles, e não via o que se passava ao meu redor. Minha vida sempre se deparava com a parede, com situações que eu só via uma alternativa para resolver; meus amigos; meus eternos amigos. O começo do meu fim foi quando, do meu digamos melhor amigo, levei, digamos, uma facada que por muito me doeu lá dentro. Mais, como eu era uma criança encantada pelo meu mundinho magnífico, fui deixando, achando que o mundo era feito dos meus novos e melhores amigos do mundo e que eu não deveria ser egoísta para achar que ele devesse pagar, eu algo do tipo, preferi levar a dor comigo do que influencia-lo com isso.
Aos poucos, toda a situação, de ser falado, bem ou mau, mais ser comentado, a sua vida ser comentada pelas pessoas que eu jurava ser as mais legais do mundo inteiro. Eu era do tipo, amava todo mundo, e fazia tudo por todos, e não me tocava que as pessoas que realmente me consideravam estavam cada vez mais diminuídas e meus problemas cada vez mais aumentados. Então, eu sempre vivia agarrado aos meus amigos, era como se eu adquirisse forças deles, mas chega um dia que a cabeça explode, e quando chegou esse dia, conheci uma pessoa que me fez engolir tudo aquilo. E essa pessoa me via como eu me vejo agora, a pessoinha que achava aquele mundinho "o pico".
Os meus melhores 90 dias já vividos; ou quase 90; mas eu ainda não estava pronto para aquele tipo de sensação, ou aquele tipo de relação talvez assim dito, enfim, acabou; um dia sempre acaba... E mais uma vez eu fui para o meu mundinho, pedir abrigo, pois o amor da minha vida tinha se afastado (amor da minha vida; que irônico!) e por muito não tive noticias, até a umas semanas atrás; e eu mais uma vez fui pedir "colo" aos meus melhores amigos, que me deram uma idéia bem boa para passar a dor, ou alivia-la ou até para achar uma desculpa para "não sair por baixo", idéia que no qual eu segui e até hoje eu me arrependo, amargamente e dolorosamente me arrependo, fiz coisas de criança mimada, de uma pessoa ridícula e uma pessoa vazia. Mas depois eu vi que aquele meu mundo, o mundo que eu sempre vivi e que eu achava o máximo, vi que era demasiadamente pequeno para minhas idéias e meus ideais, meu mundo, o meu mundo não tinha mudado, não tinha evoluído como eu evolui, é, eu cresci, e imediatamente vi as coisas errantes que eu vazia, mais eu ainda estou preso a boa parte dessas minhas "ações errantes" que podemos chamar de conseqüência.
Eu mudei, conheci novas pessoas e novos mundos, resolvi sair do meu mundinho e conhecer as varias "faces" da vida, uma vez que eu era do tipo que não aceitava o que se era imposto por pessoas medíocres segundo os integrantes do meu mundinho. Mas, como não se pode negar o passado que se têm, hoje ele ainda vem com muita intensidade, e as vezes eu ainda caio, é um peso imensamente grande. O meu mundinho de antes ainda existe, lá estão meus melhores amigos, meus melhores sonhos e minhas maiores dores. Hoje eu aprendi que não se deve tentar agradar a todos e nem se bloquear a um tipo de pensamento limitado. Nosso mundo é grande mais, para que se viva apenas um "mundo". Hoje eu ainda sofro as conseqüências do meu passado, a principal delas é de não possuir o amor da minha vida em função da pessoa que eu era, das pessoas que eu invejava e das pessoas que eu influenciava.
Não me arrependo muito de ter vivenciado isso, serviu de lição e de aprendizado para mim, talvez precise disso no meu futuro, que é completamente incerto. Está demasiadamente difícil para eu continuar, muito mesmo, e agora eu vejo que meus milhares de amigos que eu amava se reduziram drasticamente a apenas uns 7, talvez 8 ou 9, que estão longe, que hoje vêem aquele mundo como eu vejo atualmente, graças aos meus anjos hoje estou aqui, e claro, graças a minha vontade incessante da busca do meu amor, que à cada segundo que passa se torna mais impossível ainda.
Perdi vários amigos, perdi o amor da minha vida, perdi o sorriso verdadeiro de felicidade do meu rosto, perdi o meu rumo de cada dia e perdi o relacionamento com cerca de 80% das pessoas ao meu redor. Perdi coisa demais, paguei um preço alto por uma coisa que eu nem sei ao certo que ganhei. Hoje vivo apenas o presente e o passado intensamente, todos os dias da minha vida. Futuro não me consta mais, os meus sonhos são apenas sonhos, que ficam numa parte bem distante do céu, que no qual olho todos os dias para ver se ainda estão lá. Difícil é, mais tenho que continuar sempre, não tem outra opção, conselhos já não me são mais úteis, não servem mais.
Não tenho medo do amanhã nem da morte, pois nada mais tenho para perder, e nada possuo para poder vencer.
Daria tudo na minha vida por mais um dia, por mais uma noite e por mais uma sensação que eu vivi há 9 messes atrás. Aquilo para mim foi o céu, seguido do inferno.
Não me resta muito a fazer hoje, afinal, não me resta muito a fazer na minha vida. Estudar, notas boas sempre me seguiram, foi abençoado com uma capacidade ampla de imaginação. Realmente não me resta muito mesmo. Daqui para frente, serão apenas eu e minhas incessantes lembranças de uma vida, uma vida vivida em 90 dias e de uma morte vivida há 9 messes.