É difícil falar de nós mesmos, de quem somos, essas coisas, mais eu vou tentar.
No dia 11 de novembro de 2007 eu conheci uma garota, ou melhor, fiquei com ela. O que a principio era pra ser apenas uma, se tornou a garota. Ficamos e ficamos, e bateu aquela sincronia sabe?!
Foi indo, momentos ótimos ao lado dela, e momentos ruins também. Embora tudo na vida venha com sacrifico, já fiz o meu faz tempo, e não tenho mais cabeça para tolerar algumas coisas. Cresci na marra, levando na cara. Ela fez me sentir amado de novo, me fez sentir alguém especial e necessário. Entreguei-me novamente e cai, voltando alguns anos.
Mas eu ia cada vez mais me entregando, e fechando os olhos para mim mesmo, e abrindo-os só para ela. Difícil explicar, raro sentir, e fácil chorar. Caímos e levantamos algumas vezes, fases normais de namorados, entretanto sabíamos que éramos mais que isso.
O passado dela me assombrando, e o meu assombrando-a. Vencemos as barreiras que a vida nos coloca, as provações e as dificuldades, para que juntos possamos viver e sermos felizes.
Eu sei que já sonhei demais, e que já cai muitas vezes, mas ela me fez mudar de novo, mudar para pior talvez, me fez voltar a ser o velho garoto sonhador, romântico, e..., de antes. Às vezes acho bom, às vezes ruim. Ultimamente está sendo ruim, mais estou tentando achar forças de onde não tenho mais para conseguir mudar. Difícil admitir, mas admito, não tenho mais forças nem pra falar um eu te amo. Só para sentir. Entreguei minhas armas e meus escudos e fico entregue ao vento.
Espero ser levado para um bom lugar, tranqüilo, quieto e feliz. Não a culpo por isso, nem a mim. Apenas sinto muito, sinto tudo isso. Ainda penso em nós, ainda quero nós. E quero nosso futuro, porque ainda penso que um mínimo que seja, sonhávamos com pureza e simplicidade.
É difícil falar amor, mas eu ainda sinto. E sinto muito, eu te amo. Não com a mesma felicidade, nem com a mesma alegria, mas com a mesma intensidade e inocência de antes...
Às vezes temos que decidir, e não queremos. Eu não quero decidir, nem quero responder as perguntas, apenas quero ficar sabendo delas, e deixar que a vida as responda.
Obrigado por tudo, eu te amo. Beijos.
No dia 11 de novembro de 2007 eu conheci uma garota, ou melhor, fiquei com ela. O que a principio era pra ser apenas uma, se tornou a garota. Ficamos e ficamos, e bateu aquela sincronia sabe?!
Foi indo, momentos ótimos ao lado dela, e momentos ruins também. Embora tudo na vida venha com sacrifico, já fiz o meu faz tempo, e não tenho mais cabeça para tolerar algumas coisas. Cresci na marra, levando na cara. Ela fez me sentir amado de novo, me fez sentir alguém especial e necessário. Entreguei-me novamente e cai, voltando alguns anos.
Mas eu ia cada vez mais me entregando, e fechando os olhos para mim mesmo, e abrindo-os só para ela. Difícil explicar, raro sentir, e fácil chorar. Caímos e levantamos algumas vezes, fases normais de namorados, entretanto sabíamos que éramos mais que isso.
O passado dela me assombrando, e o meu assombrando-a. Vencemos as barreiras que a vida nos coloca, as provações e as dificuldades, para que juntos possamos viver e sermos felizes.
Eu sei que já sonhei demais, e que já cai muitas vezes, mas ela me fez mudar de novo, mudar para pior talvez, me fez voltar a ser o velho garoto sonhador, romântico, e..., de antes. Às vezes acho bom, às vezes ruim. Ultimamente está sendo ruim, mais estou tentando achar forças de onde não tenho mais para conseguir mudar. Difícil admitir, mas admito, não tenho mais forças nem pra falar um eu te amo. Só para sentir. Entreguei minhas armas e meus escudos e fico entregue ao vento.
Espero ser levado para um bom lugar, tranqüilo, quieto e feliz. Não a culpo por isso, nem a mim. Apenas sinto muito, sinto tudo isso. Ainda penso em nós, ainda quero nós. E quero nosso futuro, porque ainda penso que um mínimo que seja, sonhávamos com pureza e simplicidade.
É difícil falar amor, mas eu ainda sinto. E sinto muito, eu te amo. Não com a mesma felicidade, nem com a mesma alegria, mas com a mesma intensidade e inocência de antes...
Às vezes temos que decidir, e não queremos. Eu não quero decidir, nem quero responder as perguntas, apenas quero ficar sabendo delas, e deixar que a vida as responda.
Obrigado por tudo, eu te amo. Beijos.